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A Bureau de Imagens de Pernambuco, eleva sua produtividade em 50% com a chegada da Speedmaster CX 75-4

29/01/2021

A flexibilidade e a confiabilidade são os pontos de destaque na impressora Speedmaster CX 75.

Em 2019, a Bureau de Imagens precisava dar um passo adiante. A atualização dos equipamentos era premente e a nova integrante da turma de impressoras tinha de cumprir requisitos específicos para que a gráfica de Olinda, Pernambuco, pudesse avançar no atendimento aos clientes da região.

A máquina tinha de ser robusta, além de ágil na troca de trabalhos. E, o mais importante, versátil, produzindo com a mesma qualidade e rapidez impressos promocionais e embalagens. Lançando mão de sua parceria com a Heidelberg, a empresa chegou à Speedmaster CX 75-4, impressora meia folha com uma boa carga de automação, que encara com o mesmo entusiasmo um folheto de uma rede de varejo e um cartucho para uma indústria de peças.

Instalada no início de setembro do ano passado, a máquina elevou em 50% a produtividade da Bureau de Imagens, que já possuía outras três impressoras Heidelberg. Aliás, a marca está ao lado da gráfica em todas as etapas de produção, da pré-impressão ao acabamento.

Modelo intermediário entre a Speedmaster SX 74 e a XL 75, a CX 75 caminha com desenvoltura entre as pequenas e médias tiragens, com ótimos resultados em performance e custo de produção. A impressora roda desde papéis de baixa gramatura até cartão devido ao sistema de transferência herdado da XL 75. Esse, entre outros benefícios da “Peak Performance Class”, fazem da CX 75 uma impressora moderna. Além da integração inteligente via Prinect e o alto nível de automação, a máquina não necessita de muito espaço na sala de impressão, em função do design compacto combinado com o conceito de operação ergonômica.

Com o equipamento rodando há um ano, Ricardo Leite, diretor comercial, avalia que a escolha foi a mais acertada. “Precisávamos fazer mais no mesmo espaço de tempo e ainda aprimorar a qualidade na impressão de cartão. O investimento nos deu muito mais poder de fogo no mercado de embalagens.” O executivo conta que pesou igualmente a estrutura da Heidelberg no pós-venda, “sempre pronta quando temos algum problema.”

A flexibilidade da CX 75, que vai muito bem também na confecção de rótulos, ajudou a Bureau de Imagens a atravessar um ano tão incomum quanto 2020. “No primeiro semestre administramos as emergências. No momento mais crítico, nossa produção caiu 70%”, afirma Ricardo. “Depois tivemos um pico de demanda curto, por conta das eleições, e agora pretendemos concentrar esforços na área de embalagens, o setor que mostrou a maior resiliência nesse período”, completa o diretor comercial. A ideia é identificar nichos específicos nos quais a gráfica possa se destacar e crescer.

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